sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Trilha sonora de um passado distante

BEM distante, diga-se de passagem.

E naqueles momentos os quais bate a tristeza, 'emice', raiva ou qualquer sentimento que você necessita fugir da realidade e somente estar na própria companhia, a música pode ser a melhor psicóloga.

Eis algumas. Inspirações da época que escrevia os poeminhas do colegial, as que aliviavam depois de uma discussão com algum familiar, alguma que marcava
um momento de solidão e também as que eram para extravasar, fechando a porta do quarto, aumentando o volume e cantando com todas as forças. Uhul.

Let's listening to:

Como a arrumação no quarto ainda está um pouco longe de ser concluída, um print screen resolveu rápido minha intenção de mostrar minhas músicas. This world is mine. Only mine!



A propósito, FELIZ NATAL! ;D

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Sem orkut, sem vida?!

Já foi mais que um vício. Era uma necessidade, uma ação cotidiana que deveria ser repetida quantas vezes fosse possível.

Até que os dias foram se tornando mais curtos e corridos, o tempo ficou escasso. Deixou de ser prioridade e quando voltei lá, bum. Não existia mais. Talvez presente do destino, talvez somente o maldito vírus. Adeus conta do Orkut que cultivava há anos.

Depoimentos, comunidades, fotos, amigos, aniversários. Tudo se foi. Sem nem ao menos um e-mail explicando o porquê do final do relacionamento dele comigo. O Orkut rompeu comigo! Levei um pé na bunda virtual!

Se tivesse acontecido há meses, talvez eu surtasse ou criasse imediatamente uma nova conta. Após uma semana, me sinto em parte 'excluída' do mundo, mas não deixei de viver. Aliás, agora ninguém mais sabe nada sobre mim, sobre o que ando fazendo, locais que vou, pessoas que converso.

Como será que era a vida antes do Orkut? Ninguém sabia que eu existia?!

Conheço gente que vive sem ele, e até sobrevive muito bem. Não tem a necessidade de saber como o vizinho está e para onde vai, e ninguém sabe estes detalhes sobre ele. Será que conseguirei ser assim?

Me sinto um pouco distante de alguns amigos, os quais só conseguia manter contato por ali, devido tempo X distância. Ao mesmo tempo, também um pouco livre de confusão. Eram desconfianças, ciúmes e invejas, vindas de todas as partes. Seja dos que amo até dos desafetos.

Todos estavam ali, assistindo boa parte da minha vida gratuitamente.

Vamos ver até quando consigo esta façanha de estar fora da vida virtual. Vamos ver se não caio no esquecimento.




quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Não atinja minha auto-confiança!

'Não sei se, por descuido, falta de atenção ou simplesmente ingenuidade, ela não tinha entendido até onde deveria realizar tal tarefa. O fato é que houve uma falha e mesmo com certa distância, ela observava olhares carregados de maldade e desdém traduzidos em frases, nas quais só foram possíveis traduzir palavras como:

- Incompetente! Irresponsável! Sem talento! Sem futuro.'

Quem as reproduz não imagina qual a intensidade do efeito que causa naquele que - direta ou indiretamente - recebe a ofensa. Mágoa? Raiva instantânea? Sentimento de inferioridade? Seja qual for, o resultado parece ser apenas um: declínio imediato da auto-estima.

Talvez essa seja a característica que mais conta a um indivíduo. Quando se está mal consigo, pode haver um arco-íris adiante que só se verá listras pretas e brancas.

Um sorriso preenche o dia de quem o recebe. Um olhar impuro, presenteia com angústia. E, quando há palavras... por menores que sejam, podem abalar uma relação, seja ela afetiva ou profissional.

Pedro Bial expressou em uma música que 'no final, é só você contra você mesmo'. Talvez esse seja um bom consolo para aqueles momentos em que a confiança é abalada, a esperança estraçalhada e a auto-estima, quase que assassinada.

E, tudo isso graças a efeitos externos. Talvez, a maneira seja criar uma barreira contra esses estímulos negativos e deixar que o interior seja o porto seguro, o baú que guarda o tesouro da alma, impedindo qualquer maldade de entrar.


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Falta de tempo e até de motivação para escrever. Mas, tem horas que isso ajuda a aliviar e tirar um peso das costas e principalmente do coração.

O texto acima expressa muito das últimas semanas, não só sofridas por mim, mas compartilhadas com muitos colegas de trabalho. O pior é que depois que os outros nos ferem - sejam com olhares e/ou com palavras - a mágoa que fica na gente faz mal apenas... para nós!

Esses serão os dias mais intensos do ano. Seja no trabalho quanto na faculdade. Que Deus nos dê força, ânimo, motivação e principalmente proteção ao nosso coração de tudo que for externo. Pois, o essencial sempre será invisível aos olhos.


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Mona, Talita, Danilo, David, Vania, Ita, Tha e Rafa, claro. Obrigada por confiarem em minha amizade. E obrigada por poder confiar na de vocês!




- 16 dias. Que venha a praiaaaaaaaaaaaaaa! E, como dizia há um ano: EU VOU TORRAR NA AREEEEIAAAAAA! \o hahahahaha
Enquanto não chega... esses trabalhos da facul estão matando.