E onde está o verdadeiro amor?
Na rua de cima, no bairro distante, na cidade perdida?
Não.
É ele quem chama, quem clama
quem socorre, que liberta
que atende, que consola.
É quem entende, que junto sofre
que não se ausenta, que o coração no frio esquenta,
que não some, não foge e não magoa.
E onde está o verdadeiro amor?
dentro de si, guardado por ti
depois da comunhão, eucaristía presente tão belo ao coração
que anima, que dá vida, que tem amor incondicional
que arde e que mata de saudade
que preenche como não consegue nenhum outro ser racional.
Grande amor, que não comete traição
que não abandona, que não desola
que apenas, consola.
Amor que igual não há,
que dá a vida, uma nova razão
que não se envergonha, que não despreza
que dá sempre nova chance a quem um dia disse não.
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>> Bendita árvore da cruz, Toca de Assis.
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